A Mesma Mídia que diz que Video-Jogos não Geram Violência, Afirma que objetificam mulheres.

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Matar pessoas em video-games sim, mostrar mulheres sensuais, não: Os padrões duplos dos jornalistas e justiceiros sociais.
SJWs (sigla anglófona para justiceiros sociais),  são seres interessantes, para não dizer contraditórios: Dizem-se progressistas, andam com cabelos coloridos, entopem-se de piercings (até aí, apenas escolhas pessoais aceites plenamente por um libertário e que não têm nada demais), e alguns até gostam de tirar a roupa como forma de protesto e enfiar coisas aos rectos e vaginas. Uau! São pessoas livres, certo? Não, não são: dão ataques histéricos sempre que veem alguma propaganda com mulheres de biquíni nalguma marca de cerveja e o pior: Uma mulher "objetificada" num game, como no Dead or Alive Extreme: Scarlet.

Essa gente "prafrentex" (ou "pratrasex") vive nesta dualidade, incoerência ou simples hipocrisia. A nova é acreditar que video-games não geram violência por serem violentos (e não geram mesmo... mas esta é outra história). E para provar isto, jornalistas engajadinhos adoram publicar estudos que mostram esta perspectiva. Noutra ponta, quando algum estudo bem vagabundo, feito por uma universidade qualquer e um professor altamente parcial, mostra que video-jogos estimulam à cultura do estupro, manutenção do patriarcado, objetificação e esta coisa toda, os médias entram em êxtase sexual e publicam matérias sobre como "video-games objetificam mulheres".

Veja, por exemplo, o caso do site canaltech: eles endossam a tese, pra lá de irracional, de que videogames são um problema se mostram mulheres sensuais ou erotizadas aqui:
https://canaltech.com.br/comportamento/estudo-aponta-queda-na-sexualizacao-de-mulheres-nos-games-75127/
usando literatura selecionada, Canaltech acredita que sexualizar mulheres é sexismo...
....
E depois consideram que video-jogos não geram violência, nesta outra matéria:
https://canaltech.com.br/games/Estudo-de-10-anos-de-duracao-comprova-videogames-nao-provocam-violencia/ Videogames não geram violência, mas objetificam mulheres, vai entender...

É claro que isto é hipócrisia, cinismo e um sem fim de padrões-duplos (além de total falta de consideração com a visão do público, contrário a esta agenda patife e censória), numa visão da realidade estúpida ao extremo: você pode decapitar e estripar uma pessoa no Mortal Kombat 11, mas não pode mostrar o decote da Milenna. É o duplipensar que deixa o sujeito burro, refém de certas ideologias e como, obviamente, têm religiões sagradas, e uma delas é o feminismo, os SJWs não podem ir contra a agenda das manas. Então, se feministas dizem que bananas são machistas porque parecem pénis, logo bananas são machistas e aí do jornalista que disser que não.

É preciso entender que isto é uma religião. Não é um lógico senso comum. É mais chocante ainda que existam mais pessoas batendo palmas para uma hipócrita, como Anita Sarkeesian, do que questionando suas sandices. É mais terrível ainda que um contingente avassalador de pessoas inteligentes aceite esta coisa bisonha: "video-games objetificam mulheres". É como bater palmas para os loucos. É como dar a chave do hospício para os malucos e tomar o remédio no lugar deles.

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