Para combater assassinatos e violência contra LGBTs é preciso CENSURAR o povo via STF

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Acho que todos concordam que bater, assassinar e negar atendimento médico e humanitário a LGBTs é cruel. Daí à turba de militantes e ongueiros censurarem piadas, filmes, livros, games, quadrinhos, diálogos e tudo mais, há uma distância de ZERO milímetro na mente dos incautos. Claro, no Brasil a censura identitária não é censura, é "direitos humanos". Tanto é que os ditos cujos estão ávidos para criminalizarem o que entendem como homofobia e igualá-la ao crime de racismo, para que assim possam enquadrar a todos os seus desafetos: religiosos, comediantes, escritores etc e tal.

Não há solução para o Brasil. A censura identitária sempre usa o espantalho da violência contra LGBTs que existe, de facto e inegável, para expandir, a partir de tal ponto, em todas as formas de censura passíveis de serem julgadas pelo Grupo Gay da Bahia, dentre outros. Deste modo, o sujeito que conta piada de gay é o mesmo equivalente aquele skinhead que ataca a um coitado às ruas com uma machadinha. São dois sádicos assassinos.

Com efeito, a pretexto de proteger a cada vez mais abrangente sigla de minorias sexuais, ministros, não eleitos e vitalícios do STF, consideram que toda forma de censura e perseguição é válida quando alguém julgar que houve algum crime de consciência chamado homofobia. Isto dito para excluir aqueles crimes reais de violência, de facto.

Vejamos a proposta enviada para o STF:

As ações pedem a criminalização de todas as formas de ofensas, individuais e coletivas, homicídios, agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero, real ou suposta, da vítima.

Para o que se entende como ofensas "individuais, coletivas e supostas" há de servir qualquer, mas qualquer coisa que os militantes mais fanatizados e empedernidos julguem como homofobia, até a piada do gay no elevador! Nada vai escapar. Até anedoctas de coito entre gays que, ao se sentirem discriminados por serem chamados de "bicha" pelo parceiro, poderão acionar a polícia, esta força ociosa que não lida com 60000 homícidios/ano e deste modo pode dispor de seu tempo a policiar coito e piadas de gay.

Por Juliano DoBois.
Apenas um gay anarquista.

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