Duas Verdades: O Brasil tem 63.880 homícidios por ano e a França, um problema com terrorismo islâmico

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Em todo protesto violento na França, a velha figura do Black Bloc aparece: não dá para apoiar isto apenas porque "ainda não estamos tão ruins".
Bolsonaro disse que algumas regiões da França estão intransitáveis devido a presença migratória muçulmana e que não assinaria pacto Migratório nenhum, a fazer valer a política de rigorosa filtragem acerca de imigrantes em território nacional. Foi então "deslacrado" com a estatística de que o Brasil tem 63.880 homicídios por ano, por Gérard Araud, embaixador francês.
Imediatamente, as hordas de esquerdistas apareceram para a coça usual nesta direita tosca que temos (ainda que estes números tenham nascido em 4 administrações de governos de esquerda). Mas estranhou-me que alguns liberais rancorosos tenham "mordido a isca" e adentrado no lacre do embaixador francês. Ora, as duas verdades são inquestionáveis: Na França existem regiões em que um ocidental não pode colocar seus pés sem levar uma coça (tareia, surra, pau, cacete...) ou seguir a Sharia e seus códigos (lei muçulmana), chamam-se Zonas NoGo. E isso ocorre a borla, já é facto de conhecimento público, a correr à boca miúda na França, debaixo do nariz dos médias:
Zonas proibidas são bairros dominados por muçulmanos, inacessíveis a não-muçulmanos, devido a uma variedade de fatores, incluindo o desrespeito à lei e a insegurança que impregna muitas dessas regiões. As autoridades do país acolhedor perderam, de fato, o controle sobre muitas zonas proibidas e frequentemente são incapazes ou relutantes em fornecerem até ajuda estatal básica como policiamento, combate a incêndios e serviços de ambulância, por medo de serem atacadas por jovens muçulmanos.
Algumas das mais notórias zonas proibidas na França estão situadas no distrito de Seine-Saint-Denis, um subúrbio (banlieue) no nordeste de Paris com uma das maiores populações muçulmanas na França. O distrito abriga cerca de 600.000 muçulmanos (acima de tudo do norte e oeste da África) de uma população total de 1,4 milhões.
Seine-Saint-Denis está dividido em 40 distritos administrativos chamados communes (vilas), 36 dos quais se encontram na lista oficial do governo francês e são classificados como "zonas urbanas sensíveis" ou ZUS.

Seine-Saint-Denis, também conhecido localmente como "noventa e três" ou "nove três", depois dos dois primeiros dígitos do código de endereçamento postal desse subúrbio, conta com uma das mais altas taxas de desemprego da França, mais de 40% da população com menos de 25 anos estão desempregados. A região está empestada com o tráfico de drogas e sofre de uma das mais altas taxas de crimes violentos da França.
Enquanto isto, no Brasil, temos 63.000 homicídios por ano -outra verdade- e zonas NoGo recheadas de traficantes que recebem à bala policiais e suspeitos de interferirem em seus negócios. Em suma: o sujo falando do mal lavado. O roto do rasgado.

Moral da história: liberal que defende Mácron e seu governo desastroso só para dar uma patada em Bozo, é idiota. Liberais devem pautar-se pela verdade. Sempre. Verdades não excluem-se e, desta feita, tanto Bolsonaro quanto o embaixador contaram verdades sobre o país alheio enquanto gladiavam-se pela Internet. O estado de sítio na França é caótico, do mesmo modo que em Brasil. Só que aqui os homicídios e chacinas anestesiaram a percepção pública: se bate muito num nervo, uma hora ele para de sentir dor.

Fontes:
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2018/12/19/embaixador-frances-rebate-bolsonaro-sobre-vida-insuportavel-com-migracao.htm
https://pt.gatestoneinstitute.org/5143/franca-zonas-proibidas

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