Cooperativas de games podem ser solução à censura SJW.

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Todos sabemos como o mercado de games está infiltrado de SJWs, a turma de vagabundos que não jogam, não criam e estão lotados com agendas radicais que vão do feminismo enragé ao racialismo mais censório. A sensualidade de personagens femininas, por exemplo, anda a sumir dos games. Porém, uma alternativa à censura que impera nesta indústria pode vir das produtoras indie, como a Motion Twin: a funcionar como uma cooperativa, os ganhos dos programadores e designers são divididos entre os cooperados na medida em que seus jogos são vendidos. É um modelo anárquico de horizontalização por mérito.

Os joguinhos da Motion são legais, muito embora, sites infectocontagiosos como o Kotaku, estejam incensando-os - o que é mau presságio- de facto. O estúdio tem quebrado o ciclo vicioso das grandes produtoras, que lançam jogos lacradores (alô, God Of War), repletos de cut scenes, onde a diversão é relegada a última instância. Também foge de outro ciclo vicioso, que exige cada vez mais hardware para os games de PC, enquanto o entretenimento perde-se em dezenas de horas de download na Steam.

A Motion encontra-se na França e faz um bom barulho por deixar pequenas mas profundas marcas no mercado de games. E você? Conhece alguma produtora indie libertária, mande-nos o link.

Fontes: https://felibertaria.wordpress.com/2018/11/08/anarquistas-da-motion-twin-invadem-o-segmento-de-jogos-eletronicos

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