Como os Jornais Mentem Pra Você…

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Manipulação de notícias e falácias do espantalho são comuns
Por Robinson Crusoé

O linchamento do Gabriel Vaz, por delito de opinião, prova isso: O jornalismo brasileiro não vale nada. Não se salva ninguém, todos repetem em uníssono os mesmos cacoetes: Folha, Estadão, Globo, G1, Globo News e por aí vai. Não compro jornal há 5 anos. Melhor decisão que tomei na minha vida. Ainda lembro quando os jornais anunciaram um tal "Feirão da Casa própria" como oportunidade de adquirir uma casa...

Ao chegar no tal evento, o "querelante" comprador descobria que só haviam apartamentos e não casas e que o jornal tinha dado a notícia errada. Jornalistas mentem tanto, que já estão inconscientemente condicionados.
O jornalismo brasileiro mente usando 5 expedientes:

 1. Falacia do espantalho: quando distorcem o que você diz para que pareças um monstro. ex.: "Extremista pratica discurso de ódio na internet", quando ele apenas se opôs as cotas por acreditar na igualdade objetiva, por exemplo.
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2. Teoria da espiral do silêncio: A ideia central desta teoria situa-se na possibilidade de que os agentes sociais possam ser isolados de seus grupos de convívio caso expressem publicamente opiniões diferentes daquelas que o grupo considere como opiniões dominantes. Os jornais isolam pessoas com opiniões diferentes (Noelle-Neumann, 1977) e induzem-nas a ficarem caladas sob ameaça de "discurso de ódio" (Ex.: quando você é a favor de Israel e contra atentados palestinos e é isolado, por isso).
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3. Teoria do Agendamento: Os jornais selecionam o que consideram relevante segundo sua visão e excluem fatos importantes, para que o público pense conforme eles querem ex.: "Caminhão atropela e mata 40 pessoas", quando, na verdade, o sujeito foi excluído da sentença: "Radical islâmico em caminhão, atropela e mata 40 pessoas"(Maxwell McCombs, Donald Shaw, 1970. ).

4. Ignorância pluralística: Os jornais lincham pessoas e as acusam falsamente, de modo que se os outros acreditam na inocência desse indivíduo, eles também são excluídos do meio midiático. Com medo, essas pessoas preferem calar-se ou seguir a manada. ex.: Falsa acusação a Marco Feliciano, feita por Patrícia Lelis: os jornais em peso concordaram com a mesma e "ai" de quem se opusesse a pauta. Resultado: Provou-se que Lelis era mentirosa compulsiva.

5. Especialistas dizem que "sabão e´ pedra"- A falacia argumentum ad verecundiam consiste em um recurso muito utilizado quando um jornalista quer impor seu ponto de vista ao leitor e procura uma especialista em um assunto (armas de fogo, por exemplo) que pensa exatamente igual a ele. Para se eximir, ele "parasita" o especialista, que se torna seu porta-voz. Ele usa o argumento da autoridade. O Correio Braziliense faz isso costumeiramente.


Claro, os especialistas que concordam com o jornalista da matéria.


Fontes:
Os estudos sobre a hipótese de agendamento
Teoria da Espiral do Silêncio e Ignorância Pluralística -
Teoria do Agendamento:
Ignorância pluralística
http://hypescience.com/como-usar-ignorancia-pluralistica-para-manipular-grupos-de-pessoas/

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