Homossexualismo no novo filme de Tarzan

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Católicos estariam revoltados com o novo filme do rei da selva, A lenda de Tarzan, estrelado por Alexander Skarsgård, Christoph Waltz, Margot Robbie e Samuel L. Jackson. O motivo seria devido ao uso de um rosário pelo vilão do filme, Léon Rom (o sempre brilhante Christoph Waltz), um colonialista belga afetado com tendências homossexuais enrustidas.

No filme, Jane, interpretada por Margot Robbie, afirma que Rom teria sido presenteado com um rosário por um padre em sua adolescência, que era íntimo demais, insinuando que ele teria sofrido abuso sexual.

O filme também teria uma cena editada- confirmada por David Yates, o diretor-, onde Rom beija insconscientemente Tarzan (Alexander Skarsgård), porém uma outra cena, onde ele se sente incomodado pela presença do personagem foi mantida com o diálogo “A selvageria de seu marido me perturba mais do que eu possa expressar”. A cena excluída, aparentemente, incomodou muito a audiência.


A obra, claramente tem várias tendências gay: Guerreiros musculosos seminus, um Tarzan com barriga de tanquinho a mostra o tempo inteiro (inclusive nos posters), a aparição sempre casta de Jane, onde roupas sumárias nunca são vistas, um vilão enrustido (no imaginário da ficção LGBT, um enrustido é vendido sempre como vilão).

A premissa do roteiro é a clássica luta de classes, então você já deve saber que o Europeu é um monstro, de antemão, o vilão da história. Há outras agendas políticas no filme
No início do filme, Tarzan não está na África, mas sim em Londres, sob o nome de John Clayton III, Lord Greystoke. Mora em uma mansão e é casado com Jane. Logo é convidado ao Congo para servir como um emissário de comércio do parlamento. Nesse país, vai se reencontrar com suas raízes, descobrirá os abusos dos colonizadores europeus e enfrentará Rom.
Para o jornal Catholic Herald:  “Os criadores do filme, obviamente, têm um problema com a Igreja”.
Em uma resenha de ‘Pluggedin’, conta-se que Rom disse a Jane que recebeu o rosário “de seu sacerdote quando tinha 9 anos. Jane faz o comentário sobre sua proximidade com ele, uma aparente referência ao escândalo da pedofilia na Igreja”.
Movieguide’ considera que neste filme, “o pior é que o vilão principal é identificado como um vilão que carrega um rosário. Então, aconselha-se precaução extrema”.

Enfim, esta tem sido a tendência de Hollywood: excluir a sensualidade feminina e expor o corpo masculino, muito disso, devido a conceitos bastante controversos do movimento feminista e aceitos por diretores prontamente. Alguns cristãos radicais têm até recomendado aos fiéis que não assistam o filme. O que particularmente é totalmente inócuo.

Eu creio que o filme diverte e é interessante, e deve ser consumido como uma obra de ficção. Às vezes, cristãos são tão engatilhados quanto justiceiros sociais e isto tende a ser chato. Embora tenham certa razão porque, afinal, Hollywood nunca está disposta a falar mal do cânone sagrado do politicamente correto, que inclui os muçulmanos e sua expansão durante as cruzadas, além do escravagismo praticado no seio da África por várias tribos.

PS.: Moderem nos comentários, este não é um post anti-gay. É apenas uma análise. Não nos importa suas preferências ou a falta delas.

Fotos Copyright Warner Bros Entertainment
Fontes:
http://www.semprefamilia.com.br/vilao-do-novo-filme-sobre-tarzan-causa-polemica-entre-cristaos/
http://www.acidigital.com/noticias/video-por-que-nao-assistir-ao-novo-filme-de-tarzan-94141/
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-209062/fotos/detalhe/?cmediafile=21264791

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